Mostrar mensagens com a etiqueta A ponte. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta A ponte. Mostrar todas as mensagens

sábado, 13 de julho de 2024

O barril da... ponte


Ex libris do Barril de Alva

Das memórias de António Inácio Alves Correia de Oliveira -AIACO -, profundo conhecedor do passado da sua terra natal, nada consta sobre a construção da “fonte do barril” e espaço envolvente, embora seja credível a possibilidade de estar incluída no orçamento da obra de arte que junta as margens do Rio Alva (1866/1888).
A União e Progresso do Barril de Alva - UPBA - recuperou o símbolo e, em comunhão com a Câmara Municipal de Almada , “nasceu” a Praça do Barril de Alva, localizada no Laranjeiro.
A Casa / Museu “esclarece” (algumas) andanças dos filhos do Barril de Alva, com destaque na região da Almada.
Uma visita ao espaço do “aconchego de memórias”, além de didática, remete-nos para um tempo único de amor pátrio.
O melhor remédio” (Teresa Conceição, SIC) é ir ao Barril de Alva nas próximas férias.
Trata-se de um conjunto escultórico construído em mármore, este monumento contendo os símbolos de Barril D'Alva, visa sublinhar a importância do papel que a comunidade oriunda daquela zona do país tem assumido no desenvolvimento tanto da Freguesia como do Concelho. Localiza-se na Praceta com o mesmo nome
 (Junta de Freguesia Laranjeiro-Feijó)

quarta-feira, 9 de junho de 2021

A importância da ponte sobre o rio Alva (1888)



O lugar do Barril, como referido anteriormente, em termos administrativos, dependia de Vila Cova de Sub-Avô, sede de Concelho, extinto em 1836. Os poucos habitantes, na sua quase totalidade, trabalhavam as terras dos senhores da “Casa do Barril”, de certo modo confinados na margem direita do rio Alva.
Havia sítios específicos para atravessar o rio, de barco ou a vau, sobretudo no Urtigal e no local onde viria a ser construída a ponte que havia de alterar radicalmente o futuro do Barril.
As obras tiveram inicio em 1886 e terminaram dois anos depois.A partir de 1888 “…todos os caminhos vinham dar ao Barril”, desde Coja, Lourosa e Vila Cova…
Não é de estranhar, pois, que o lugar se transforme numa aldeia promissora, absorvendo novas famílias a quem a Quinta de Santo António (a “Casa do Barril”) oferecia trabalho e disponibilizava terras de cultivo.
… Entretanto, o Barril ganha novas e importantes valências, e em 1924 a sua independência administrativa.